quarta-feira, janeiro 26, 2005

Revista de Imprensa

Faculdade de Medicina do Porto Sem Cadáveres para Alunos Dissecarem

Pela primeira vez em 200 anos, a Faculdade de Medicina do Porto corre o risco de não ter cadáveres para os alunos dissecarem. Desde 1999 até agora, a escola recebeu apenas sete corpos. O director do Instituto de Anatomia pede uma alteração à lei, para que possam ser usados os corpos não reclamados.

in Público, 25.Jan.2005

Comentários:

Todos os anos a mesma noticia... O homem gosta mesmo disto. Mas o pior é que tem razão e que a lei devia ser mudada - já chega de falsos moralismos. Se calhar era boa ideia começar por convencer a igreja, que os mortos não têm todos que ser enterrados e que poderiam ser muito úteis para "salvar" outras vidas...  

Segundo consta, a minha faculdade (Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa) é a única com material cadavérico este ano. Devia apelar-se para a doação de cadáveres das pessoas enquanto vivas. A minha faculdade safa-se, pois tem vindo a ser feita uma campanha desde há 20 anos em que se apela à doação. Não sei se nas outras faculdades fazem o mesmo, mas se não fazem era uma hipótese a considerar.  
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