segunda-feira, novembro 28, 2005

Porque não?

Há anos foi assinado o protocolo de Quioto? Quais as consequências deste? Quase nenhumas positivas e muitas negativas, há muitos países que não cumprem os limites impostos pelo protocolo (Portugal é um deles; o tema da poluição e do ambiente quase não é debatido).
Na actualidade começa a ser difícil de definir as estações do ano, tal são as alterações climatéricas que verificamos. As preocupações ambientais devem saltar para as primeiras páginas dos jornais (em vez da pandemia do medo) pois o aquecimento global, esse sim, pode ser uma verdadeira ameaça à espécie humana (e não só).
Neste sentido a coligação das florestas densas (um grupo de 10 países, representados pela Nova Guiné e Costa Rica) deverá apresentar uma proposta nas Nações Unidas, ainda esta semana. Nesta sugerem a instituição de uma recompensa monetária para que os países preservem as densas florestas. Deste modo estes países (em que a economia é sustentada, principalmente, pelo comércio de madeira) promoveriam a defesa da floresta em lugar do seu abate.

Comentários:

E quem se vai lixar no meio disto tudo quem é..?
Os nossos filhos e netos...

Abraço da da Zona Franca que está de volta ao activo!!!  

Não concordo que o protocolo de quioto teve mais consequência negativas que positivas. Deu sem dúvida muita importância às questões ambientais e Portugal se não cumpre é por falta de visão estratégica nossa já que depois vamos ser obrigados a comprar cotas de poluição a outros países e aí as coisas vão piar de maneira diferente.
Desertificação: grande problema a nivel mundial e aplaudo a promoção da sua preservação com medidas efectivas.
Aquecimento global e clima: o mundo está a aquecer ligeiramente. Segundo o que li (e já li um bocado) está por provar que é devido à poluição humana, que o protocolo de quioto faça alguma diferença que não a moral e que o aquecimento global ou que a poluição sejam responsáveis por alterações climáticas  
Enviar um comentário

«Inicial

quinta-feira, novembro 24, 2005

Uma cura para África

Comentários:

Jovem colega:
Velho médico, apelo para que o bom senso que evidencia noutras zonas do seu blog, modere o seu radicalismo nesta falsa opção entre morrer de fome ou de malária.
Não lhe parece que o combate à fome no terceiro mundo é independente da igualmente necessária profilaxia do paludismo?  

Velho Medico, sabe para onde vai o dinheiro que se da para ajudar os paises pobres? Vai para os politicos corruptos desses paises comprarem jactos particulares e coisas afins. O povo nao ve nada. A fome passa-a na mesma... Se tiver que morrer, morre. Esses paises estao nessas situacoes porque? Porque os seus governantes estao mais interessados no seu umbigo que no pais.
De um nao medico  

Não era mal pensado!  

Caro anónimo, você infelizmente tem razão. Mobotu deixou enorme descendência e pior que os luxuosos jatos privados e as contas na Suiça e nos off-shores é o aproveitamento das ajudas para a compra de armamento. E a conclusão leva-nos a uma alternativa: ou aqueles países não estavam preparados para a independência (tese politicamente incorrecta) ou a culpa é do colonialismo ("correcta", e filha do masoquismo ocodental)
Quanto à vacina da malária, deixemos isso a cargo da rica indústria farmacêutica, pois será certamente um negócio chorudo. E infelizmente quase todo o progresso que tem havido nessa área tem nascido da iniciativa (interesseira mas útil) das multinacionais e não das instituições estatais  

o problema é que não é negócio chorudo, a não ser quando a dita regressar ao velho ocntinente  

Se calhar era uma medida mais eficaz...

Se a vacina fosse distribuida por esses povos gratuitamente...


Bjks da Matilde  
Enviar um comentário

«Inicial

domingo, novembro 13, 2005

Um caso que vale a pena investigar....

Segundo os peritos trata-se de um caso muito invulgar. Um indivíduo, actualmente com 25 anos, que há 14 meses descobriu ser seropositivo não apresenta vestígios do vírus do HIV. Isto ocorreu em London e trata-se do primeiro caso bem documentado (e esperemos que venha a ser estudado), já que relatos de situações semelhantes ocorridas em África já haviam sido ouvidos pelo mundo fora. No entanto o que distingue este caso de tantos outros? As amostras sanguíneas deste jovem não foram trocadas, nem houve qualquer erro nos testes (ao que parece).

Mas será que este super-homem tem alguma coisa de diferente no seu sistema imunitário? Poderemos evoluir para uma vacina contra o HIV?

Comentários:

É bom mantermos a esperança de encontrar uma vacina contra o HIV, mas bolas! Algum dos testes deve estar "engatado". Devíamos ser um pouco realistas, também.  

Custa-me a crer que num país como a Inglaterra um médico se dirija a um doente e lhe diga que está curado, de uma doença sem tratamento conhecido, sem confiança absoluta no que lhe vai dizer. Acho que estamos mesmo perante o primeiro caso bem documentado de uma derrota do HIV.  

pode ser um erro do 1º exame... Não do segundo  

eu concordo que obter-se o mesmo erro duas vezes é muito estranho. esperemos que seja mesmo assim e que seja possível estudar o caso pois este flagelo precisa de ter uma solução. e contamos com a medicina para isso. já que as pessoas não têm os devidos cuidados na prevenção há que poder dar-lhes alguma qualidade de vida após o diagnóstico da doença.  

o problema é que o erro não acontece 2 vezes... o primeiro exame é mais abrangente e dá muitos falsos positivos (ou seja), a pessoas q não têm doença dá positivo. Por outro lado, o 2º teste já tem uma percentagem quase negligenciável de falsos positivos... mas o que é negligenciável não quer dizer que não exista. O senhor pode ser uma raridade em que ambos os testes deram positivo.
Ou então, acreditamos num futuro melhor e que ele se curou mesmo. Faço figas.  

Lamento mas cheira a engano, embuste, erro...o que quiserem.

Lembro que Inglaterra não está imune a enganos. Não foi ali que durante meses um individu simulou uma amnésia inexistente para se promover como pianista?  

Parabéns pelo blogue. Encontrei-o hoje e vou voltar.  

Que existem humanos que apresentam uma mutação que os torna resistentes ao HIV, é já sabido. Agora este caso é um tanto ou quanto estranho...! Resta esperar que não tenha havido erro algum, que já tarda uma luzinha ao fundo do túnel.  

Esse está lixado. Já não sai inteiro do hospital. Vão cortá-los às postas até encontrar tão distinto milagre. E no fim vão perceber que afinal tinham trocado os sangues no lab. Deus esteja contigo meu irmão. A cura há-de chegar, mas de África.  

Para além da opinião macacoide de king kong, devo dizer que na literatura médica idónea, há casos comprovados de cura espontânea de tumores malignos, e até de benignização de tumores, sobretudo em crianças e em tumores do sistema nervoso.
Não custa a crer que também excepcionalmente ocorra um fenómeno destes num caso de sida.
It's imonology, stupid!  

imonology escreve-se imunology. STUPID.

PS: É interessante ver como as pessoas incapazes de ter o mais pálido sentido de humor se escondem atrás do anonimato para ofender.  

Curioso. A ciência a vacilar? Sobrenatural? Milagre??????  

Para que conste é:

immunology!  
Enviar um comentário

«Inicial

As promessas de Sócrates

Não aumentar os impostos e realizar um choque tecnológico foram as principais promessas realizadas por José Socrates antes das eleições. Após estas deparámo-nos logo com a subida da carga fiscal das famílias. O choque tecnológico deve aparecer em lisboa lá por volta de 2010. Quantas são as universidades que possuem um computador para cada dez alunos? Quantas as escolas que ensinam os alunos a utilizar os benefícios desta tecnologia? Quantos são os portugueses que se podem dar ao luxo de ter internet em casa? No que diz respeito aos preços praticados, Portugal é dos países mais caros da União Europeia (se não o mais caro). Diminuindo a capacidade financeira das famílias portuguesas e a aumentar os custos dos bens de primeira necessidade e das tecnologias, será assim que o eng. José Socrates quer fazer o seu choque tecnológico?

Como se isto não fosse suficiente são anunciados elevados investimentos em infra-estruturas de comunicação, como o são as auto-estradas, TGV's e aeroportos. Mas neste campo tudo gira em torno de lisboa, aumentando o fosso entre litoral e interior e ainda entre o resto do país e a capital. Apesar de muitos pareceres contrários, lá aparecerá um estudo que dirá que o aeroporto da Ota é uma obra fulcral para o país (e assim lá veremos os donos da democracia a meter mais uns milhares de milhões ao bolso). O TGV só tem interesse para a capital, desrespeitando tanto o norte do país como as mais diversas ligações entre este e a vizinha Galiza. As auto-estradas são contruídas a granel mas se calhar com poucas condições, tal como o restante panorama rodoviário nacional (olhemos para o que se passa na serra da estrela, região de turismo de inverno, onde ao mais pequeno nevão as estradas têm que ser cortadas). Basta lembrar que quando ocorre um acidente, em que é necessário proceder ao corte da auto-estrada, os condutores são pura e simplesmente esquecidos e abandonados em filas intermináveis, durante horas, mas o pagamento de um serviço (não) prestado tem que ser efectuado.

Comentários:

A questão do TGV está explicada. Tem havido filas intermináveis de veículos nos dois sentidos Lisboa-Madrid e Madrid-Lisboa. Portanto no que a ligação entre as duas capitais diz respeito, está justificado. São horas de espera.

Para as ligações internas, bom, aí... é como do pão para a boca.

Meus amigos, têm que perceber que só o facto, dos habitantes do interior, poderem dispor de mais meia hora para compras nos hipers ou para descanso nas Estações enquanto esperam pelas ligações para a parvalheira... Vai ser um acréscimo de produtividade, nunca constatado em Portugal.  
Enviar um comentário

«Inicial

Mais uma arma contra a obesidade?

Quando foi descoberta a grelina todos pensavam que já eram conhecidas todas as hormonas relacionadas com o apetite. Puro engano! A surpreendente descoberta da obestatina, hormona da família da grelina, abre um caminho mais na luta contra a obesidade.
Quando, em 1994, foi descoberta a leptina todos pensavam ter sido encontrado o Santo Graal que levaria ao controlo da obesidade. Mais tarde veio a grelina, em 1999, que alimentou as esperanças de um tratamento desta epidemia do século XXI. Com o aparecimento da obestatina, resta-nos esperar para ver os resultados. Até ao momento já sabemos que é uma hormona que se encontra no mesmo gene da grelina e que de algum modo se comporta como "anti-grelina".

quinta-feira, novembro 10, 2005

Diferentes maneiras de enfrentar a vida

Num dia destes, li o título de uma notícia de uma revista semanal, que ia nas mãos de outra pessoa, "Alemanha: A grande geração". Esta era uma reportagem, que pelo que me apercebi, se referia ao empenho da geração alemã, contemporânea à queda do muro de Berlim, na vida política, no desenvolvimento e na imagem do país.
Em paralelo ao que acontece na alemanha por terras portuguesas temos a geração do 25 de Abril. Esta ao contrário da alemã não se preocupa com a evolução do país (é claro que conseguimos sempre encontrar algumas excepções à regra) e apenas quer é encher o seu bolso. Os diversos processos judiciais em que se encontram políticos envolvidos são exemplo disso mesmo, assim como a candidatura de Mário Soares à presidência da República.
É necessário pensar nas razões para a abstenção ser tão alta, porque se recenseia tão pouca gente, etc. Com tanta falta de qualidade política é necessário muita imaginação para votar. Repare-se por exemplo na ascenção meteórica do Bloco de Esquerda, um partido que apenas sabe criticar (leia-se mandar abaixo) quem está no governo e não propõe soluções viáveis para os problemas que levanta.
É necessário pensar a política em Portugal. É imperioso pensar no futuro do nosso país.

Comentários:

Discordo que o problema da abstenção é da classe política que temos. A abstenção é porque as pessoas são comodistas e não se aprecebem da importância de cumprir os seus deveres. A classe politica que temos (que no geral não acho que seja assim tão má) é que é o reflexo da vontade das pessoas.  

Do meu ponto de vista acho que os políticos estão muito apegados aos seus cargos (quantos presidentes de câmara já o são há mais de 10 anos? Há quanto tempo vemos o Mário Soares na TV?). Não desenvolvem grande obra pela população e, na sua grande maioria, não dignificam nem o país nem a classe que representam. A população acaba por classificá-los com um rotundo "são todos iguais, independentemente do partido...".
Se os políticos fossem mais interventivos e mais dedicados às populações talvez valesse a pena perder um pouco do comodismo e ir até às urnas votar.  
Enviar um comentário

«Inicial

terça-feira, novembro 08, 2005

Faz todo o sentido

Comentários:

Foi pra metade, não é mau...  
Enviar um comentário

«Inicial

terça-feira, novembro 01, 2005

O lobby conservador

Eis o poder do lobby conservador que por acaso aqui aparece misturado com religião.